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Belfort revela que lesionou a perna pouco antes de luta com Henderson

Belfort revela que lesionou a perna pouco antes de luta com Henderson
Peso-médio chegou a considerar fazer infiltração, mas seguiu adiante para o combate, e acabou nocauteando o americano com a perna lesionada

 

A impressionante vitória de Vitor Belfort por nocaute sobre Dan Henderson ficou ainda mais surpreendente neste domingo, quando o lutador revelou que sofreu uma lesão na perna esquerda, a mesma usada para o golpe decisivo na luta de sábado, semanas antes da luta. O "Fenômeno" não detalhou qual foi o grau ou a região da lesão, apenas que ela foi grave.

- A perna que eu acertei ele, foi a que eu tive uma lesão grande duas semanas antes da luta. Eu ia fazer uma infiltração e eu decidi não fazer, achei que era uma coisa que tinha que superar. Foi legal a gente superar aquilo, treinar com dor, vivenciar e superar a dor. Foi uma lesão muito grande, muito séria, mas, graças a Deus, a gente superou - afirmou Belfort, em entrevista ao programa de rádio "Mundo da Luta".

O peso-médio decidiu ir adiante e foi capaz de nocautear com um chutaço, após conseguir um knockdown ao acertar um uppercut de esquerda, quando Henderson ameaçou jogar seu famoso overhand de direita. Gesias "JZ" Cavalcante, companheiro de treinos do carioca, contou no Twitter que o golpe foi bastante trabalhado na preparação do atleta, e Belfort recordou como o encaixou.

 

Foi uma lesão muito grande, muito séria, mas, graças a Deus, a gente superou - afirmou Belfort

 



- Tudo acontece muito rápido. Eu treino de tudo - boxe, muay thai, K-1, faço tudo. O que diferencia é o espírito, você estar preparado para tomar os riscos necessários na luta. Ele tentou duas vezes (o overhand) e eu bloqueei. Eu bloqueei, consegui tirar o equilíbrio dele e, na terceira, acertei um gancho. Ele saiu do chão, levantou com as duas pernas e caiu. Acho que o gancho foi muito forte. Foi uma pintura de Deus - analisou.

De volta ao Rio de Janeiro, Vitor Belfort comemorou o reconhecimento dos fãs nas ruas e contou que foi abordado até por senhoras com idades entre 60 e 90 anos para ser parabenizado.

- Hoje eu estava andando na rua, e uma mulher de 90 anos me disse que ficou acordada vendo a minha luta. Isso não tem preço. Ela mora no Leblon, conhece minha vida inteira, é a coisa mais linda! Também encontrei um grupo com mulheres de 80, 70, 60 anos, que se juntaram para ver a luta, isso é muito legal - disse.

 

 

Fonte: G1/ Combate

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