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Delegacia nota dez da semana.

Delegacia nota dez da semana.
 
 
Instituto de Identificação Anderson Conceição de Melo
 
Responsável pela identificação civil e criminal de pessoas no Amazonas, o Instituto de Identificação da Polícia Civil do Estado é dirigido atualmente pelo perito criminal Eduardo Neiva. Ele está há 23 anos na Polícia Civil e já havia comandado a direção do II entre 2005 e 2007, antes de ser conduzido novamente ao cargo em outubro de 2012.
 
Investigadores, administradores e peritos criminais trabalhando na sede do Instituto de Identificação. Entretanto, segundo o diretor Eduardo Neiva, também há servidores do II nos Distritos Integrados de Polícia (DIPs), Ouvidoria do Estado, Secretaria Estadual de Assistência Social (Seas) e nas prefeituras municipais de todo o Amazonas.
 
 
 
“Nosso objetivo é promover a cidadania por meio da emissão de carteiras de identidade e de certificados de antecedentes criminais, da identificação de pessoas por meio do retrato falado e de autores de delitos por meio de perícias e de papiloscopia (impressão digital), além de contribuir com o poder judiciário na localização de endereços de acusados e na produção de fichas criminais”, afirmou. “Dessa maneira ajudamos na elucidação de crimes, dando respostas rápidas à sociedade”, emendou Eduardo Neiva.  
 
 Carteiras de Identidade
 
Para a emissão de carteiras de identidade o cidadão precisa ir a um Distrito Integrado de Polícia (DIP) mais próximo ou a um PAC (Pronto-Atendimento ao Cidadão) e levar registro de nascimento, duas fotos 3x4 e comprovante de residência. “Aqui no Instituto de Identificação atendemos preferencialmente idosos e pessoas com deficiência”, afirmou. Conforme Eduardo Neiva, 215.813 carteiras de identidade, entre 1ª e 2ª vias, foram emitidas ao longo de 2012 em todo o Estado. “Em 2013, até o último balanço feito no mês de março, foram emitidas 54.421 carteiras”, informou Eduardo Neiva.
 
Projetos futuros
 
“Já passei por todos os departamentos da Diretoria de Polícia Técnico-Científica (DPTC)”, conta Eduardo Neiva. Ele é natural do Estado do Piauí e já foi tenente do Exército Brasileiro e dentista no interior do Amazonas pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam). Eduardo Neiva tem formação em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
 
Segundo ele, entre os projetos para o Instituto de Identificação está a aquisição do banco de dados Afis civil e criminal (sistema automatizado de impressão digital), a implantação do novo registro de identidade civil (RIC) totalmente digitalizado, além de cursos de aprimoramento para servidores. Os Retratos Falados são divulgados nas Delegacias, nos jornais impressos, programas televisivos e nas mídias sociais da Polícia Civil do Estado do Amazonas.
 
Retrato Falado auxilia na identificação de suspeitos nas investigações policiais
 
Um método regularmente utilizado na identificação de pessoas durante investigações criminais da Polícia Civil do Amazonas é o Retrato Falado. Um procedimento que consiste na representação das características de um indivíduo ainda não identificado, mas que está sendo procurado pela Polícia como suspeito de cometer um determinado crime.
 
 
 Através do trabalho do setor de Retrato-Falado do Instituto de Identificação da Polícia, é possível combinar traços e expressões do rosto de uma pessoa a partir de dados informados pelas vítimas, como, características físicas gerais, específicas e distintas. Esse é um método fundamental para que a investigação policial obtenha êxito. Nosso objetivo é criar um ‘retrato’, uma imagem da fisionomia da pessoa, dizem os membros da equipe.
 
Todo o procedimento se inicia quando durante um registro de ocorrência e relato de caso na Delegacia de Polícia, a vítima descreve detalhes das condições de visualização do crime, assim como dados a respeito da iluminação, distância entre outros dados.
 
SEGUNDA ETAPA DO TRABALHO
 
Passada essa fase, a vítima é encaminhada ao Instituto de Identificação, localizado na Avenida Pedro Teixeira, bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus, onde são descritas características do suposto autor do crime, obtido informações como a forma do rosto, dos olhos, da boca e do nariz.
 
O processo de criação do Retrato Falado ocorre com a apresentação de várias partes de rostos de pessoas separadamente, que são construídas junto com a vítima e o profissional. Todos os dados irão compor o rosto final da pessoa procurada.
 
 
Em seguida, são selecionados a cor dos cabelos e da pele, se necessário, a adição de detalhes como cicatrizes ou tatuagens, segundo as características dadas pela vítima. O tempo de duração para concluir um procedimento de Retrato Falado leva em torno de duas a cinco horas, dependendo da capacidade da vítima em descrever informações exatas sobre a fisionomia do criminoso. De acordo com os policiais e técnicos que atuam neste setor, algumas vítimas têm dificuldades em contribuir na identificação devido a traumas sentidos após o ato do crime.
 
MÉTODO MODERNIZADO
 
O Retrato Falado é um procedimento comum, que contribui nas investigações de crimes, na maioria dos casos de estupros e roubo. Hoje em dia também são utilizadas imagens de vídeo e de fotos para auxiliar na reconstrução facial humana da pessoa.
 
Antigamente, os métodos utilizados eram somente a recriação artística, com os rostos dos suspeitos desenhados manualmente. Atualmente, as técnicas utilizadas para a construção do retrato falado são feitas a partir de um banco de imagens dos diversos componentes do rosto humano, através da concepção de raça e biotipologia.
 
 
Em Manaus, o Gerente de Identificação Criminal, Antonio Ibrahim Marques dos Santos, trabalha em conjunto com a Técnica de Retrato Falado, Tânia de Oliveira Rocha, a fim de obter cada vez mais êxito no que diz respeito à captura dos autores desses crimes.
  
RECONHECIMENTO DE CRIMINOSOS
 
A reconstituição facial, é instrumento importante na elucidação de crimes e identificação dos possíveis envolvidos. O retrato falado é a composição de características passadas pelas testemunhas e vítimas, por isso, a importância do tratamento com as pessoas e a análise da semiótica do corpo.
 
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IDENTIFICAÇÃO DE DESAPARECIDOS
 
O uso do programa de computador auxilia a restringir o universo de características, formas de envelhecimento, além da possível reconstituição da idade de pessoas após anos do desaparecimento. Isso só é possível através da análise de fotos dos pais na mesma idade que a pessoa desaparecida tem atualmente, mesclando as características.
 
A DIRETORIA DO SINPOL-AM,  QUE TEM COMO PRESIDENTE, MOACIR MAIA DE FREITAS, PARABENIZA O PERITO CRIMINAL EDUARDO NEIVA E TODA SUA EQUIPE, PELO TRABALHO DE EXCELÊNCIA QUE REALIZAM NO INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO DA POLICIA CIVIL DO AMAZONAS.
 
*** Agradecimento da Assessoria de Imprensa do Sinpol-Am à colaboração da Assessoria de Imprensa da Polícia Civil do Amazonas.
 
  
Administração - Por um Sinpol Forte
Presidente - Moacir Maia de Freitas
Assessor de Imprensa - Almir Cardoso
Jornalista - Registro Profissional nº 747
(DRT/AM/MTE)
 
 

 

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