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Núcleo de Base da CTB promove reunião no SINPOL

 Núcleo de Base da CTB promove reunião no SINPOL
O Núcleo de Base da Central dos Trabalhadores do Brasil na policia Civil do Amazonas, liderado pelo ex-presidente do SINPOL, Investigador de Classe Especial James Figueiredo promoveu na manhã desta quarta-feira – 23, uma reunião para discutir e aprovar uma pauta de reivindicações a ser encaminhada ao Governo do Estado e a imprensa local.
 
 
Estiveram presentes em torno de trinta policiais, os quais discutiram e aprovaram as pautas apresentadas. Um dos pontos mais discutidos foi a situação de insegurança vivida atualmente pelos trabalhadores da segurança pública. James salientou que é importante cobrar da cúpula da Segurança Pública, imediatas e enérgicas providências para as ameaças que ora a mídia tem divulgado com relação ao grupo criminoso denominado FDN. levantou ainda a questão do adicional noturno que não vem sendo pago devidamente, assim como a questão do adicional de insalubridade, levantou ainda o valor do ticket de alimentação, pois o mesmo está com o valor congelado há dez anos quando deveria ser reajustado anualmente e seu valor está praticamente esgotado, não sendo suficiente para o seu fim.
 
A questão das promoções foi levantada. James falou da necessidade de se reverem os critérios atuais para as promoções que devem ser anuais e que ainda há tempo para se corrigir as falhas.  Observou que ainda faltam chegar a algumas delegacias as fichas funcionais para avaliação, destacou ainda que a questão do merecimento deva ser abolida, evitando prejuízos diversos. O concurso público é uma necessidade urgente, não podemos continuar trabalhado nessa situação precária. Existem delegacias que tem em seus plantões apenas dois policiais, isso é critico, deveriam ter pelo menos seis. Temos visto Centrais de Flagrante funcionado com apenas um escrivão, isso é inconcebível e humanamente impossível realizar o trabalho nessas condições, por isso, estamos gritando pela necessidade imediata de concurso público para suprir essas faltas.      
 
Com relação aos Institutos de Criminalística e médico Legal, James observou que a lei não vem sendo cumprida, ‘não se vem cumprindo o que determina a lei, pois a mesma determina que a Polícia Técnica e Científica deva ser dirigida por Peritos especialistas e o que há muito se vê e até agora é Delegado dirigindo esses institutos, vamos cobrar o cumprimento da lei’. Destacou Figueiredo. Ainda na questão dos peritos, James disse que a pauta consta da cobrança da chamada imediata dos Peritos formados, uma vez que houve investimento na formação desses profissionais e há necessidade de pessoal nos quadros da Polícia Técnica.
 
A GSE incidente sobre os vencimentos é um dos pontos a serem levantados e consta da pauta, assim como a redução da carga horária de trabalho dos policiais, pois o normal de acordo com James é que o policial deve trabalhar 44 horas semanais e no momento estão trabalhando 48 horas o que é incongruente e vamos cobrar também esse disparate.
 
Por fim, tratou sobre a questão da paridade salarial. A exemplo do Estado do Tocantins, devemos também cobrar a paridade salarial, lá eles conseguiram a aproximação do que seja pelo menos considerado justo; aqui está faltando mais ação da nossa entidade classista para que essas disparidades sejam revistas. ‘não é possível conviver com essa realidade onde um delegado ganha mais que o dobro do policial operacional, o perto tenha um ganho próximo do justo e nós policiais de operações trabalharmos 30 anos e em vias de se aposentar, ganhamos um salário incompatível, por isso vamos à luta com o direito que nos é assegurado, lutar pelos direitos que estão nos sonegando’. Concluiu James.                                 

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