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NOTA DE REPÚDIO

NOTA DE REPÚDIO


O Sindicato dos Funcionários da Policia Civil do Estado do Amazonas – SINPOL, vem a público manifestar repúdio contra as declarações feitas pela senhora ANA ESMELINDA MENEZES DE MELO, Advogada, inscrita na OAB-Amazonas sob o numero de registro A- 356 em documento encaminhado a (o) Juiz (a) do plantão criminal e protocolado na data de 29 de dezembro de 2013.


No referido documento protocolado como REVOGACAO DE PRISAO PREVENTIVA E OU APLICACAO DE MEDIDAS CAUTELARES, a referida advogada que hora atua como defensora do cidadão DANIEL GUEDES DOS SANTOS, suspeito de participação no assalto ao Banco do Brasil ocorrido na data de 15 de dezembro de 2013 nesta cidade de Manaus, sendo o mesmo preso por investigadores da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações as 23:00 (vinte e três horas) do mesmo mês no estacionamento do aeroporto internacional de Manaus portando documentos falsos e quantia não justificada em dinheiro, afirma que:


  • a)      Reconhece a atitude delituosa de seu cliente;
  • b)      Havia mandado de prisão expedido contra a pessoa de seu cliente;
  • c)      Seu cliente é réu confesso nas acusações contra si imputadas;
  • d)      A Delegacia em epigrafe utiliza métodos de tortura para extrair informações;
  • e)      Que o Investigador ABNER FERREIRA MIRANDA ceifou a vida de seu colega de trabalho e não tem competência para conduzir investigação.

 

Cabe então a nós observar que a advogada em questão demonstra imaturidade e despreparo até para redigir um documento jurídico, a mesma não pode e nem deve afirmar que o investigador citado por ela tenha cometido qualquer ato prejudicial ao colega de trabalho sem que haja conclusão do processo administrativo em trâmite e sem dados conclusivos, visto que a mesma “é advogada” e tem a obrigação de medir suas palavras. Ainda com relação às palavras da senhora ANA ESMELINDA; ao afirmar que a DERFD utiliza meios de tortura para obter informações, esta deve estar ciente de que essa prática inexiste em nossas delegacias e qualquer afirmação que se faça deve ser fundada e comprovada, sob pena de incorrer em crime de injuria e calunia contra pessoas e instituições.


Dessa forma, apresentamos em nome da classe dos Policiais Civis nosso total repúdio aos atos dessa pessoa que demonstra despreparo para atuar como operadora do direito e macula a imagem da classe dos advogados. Recomendamos ainda que a mesma volte à sala de aula e evite afirmações imprecisas e textos viciados.

 

Manaus, 14 de janeiro de 2014

 

A DIRETORIA

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