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NOTA DE SOLIDARIEDADE – GERALDO FILHO

NOTA DE SOLIDARIEDADE – GERALDO FILHO
O Sindicato dos Funcionários da Policia Civil do Estado do Amazonas – SINPOL vem a público prestar solidariedade ao Investigador de Policia Civil GERALDO FILHO em razão de o mesmo estar sofrendo injustiças por falta de profissionalismo de uma assessora da Policia Civil que na ultima terça-feira, 04 de janeiro, faltou com respeito aos colegas de imprensa que haviam respondido a uma convocação para entrevista coletiva e com o referido Agente de Segurança Pública.
 
Não podemos consentir que a falta de respeito impere em nosso meio. Nossos companheiros colocam suas vidas em risco diariamente para proteger a sociedade dos malfeitores que se proliferam a cada dia. Estes não podem ser punidos, destratados ou desqualificados, principalmente estando no exercício de seu complexo oficio. Respeitamos qualquer cidadão, qualquer profissional no desempenho de suas funções, respeitamos e reconhecemos a importância dos profissionais de comunicação, especialmente os assessores de Comunicação e de Imprensa, tanto que contamos em nosso quadro de serviços com ambos, por isso, exigimos respeito para com nosso representado.
 
Os parágrafos abaixo coletados na página da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ servem de alerta profissional à colega que causou o problema que pode de certa forma prejudicar nosso companheiro.
 
O assessor de imprensa deve ter consciência de que sua credibilidade depende de um bom relacionamento com os jornalistas dos veículos de comunicação, pautando-se sempre pela transparência e por uma postura de colaboração. Essa atitude pode valorizar a informação que o assessor de imprensa está divulgando, podendo ampliar os espaços de mídia espontânea. (Manual de Assessoria de Imprensa, pagina 9. 4ª edição revista e ampliada, FENAJ 2007).
 
Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros -Artigo  2º, incisos IV e V  (Votado em Congresso Extraordinário dos Jornalistas, em agosto de 2007, Vitória (ES).
 
IV - a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, é uma obrigação social.
V - a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.
 
Assim sendo, reiteramos nossa moção de solidariedade ao companheiro GERALDO FILHO clamando aos setores competentes que a justiça prevaleça e que decisões precipitadas sejam revistas. Reiteramos também, nosso mais elevado respeito à categoria dos Jornalistas e demais profissionais da Comunicação Social, lembrando sempre, que em qualquer classe profissional é necessária a união, o espírito de grupo, a consciência profissional, o dom da compreensão e acima de tudo o respeito mútuo e a humildade que é a chave de todas as portas.
 
“A arrogância precede a ruína e a altivez de espírito a queda” (Provérbios 16.18).
 

 

Manaus, 05 de fevereiro de 2014
 
 
A DIRETORIA


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