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Oscar Cardoso. Estamos atentos e não sossegaremos até que a justiça seja feita

Oscar Cardoso. Estamos atentos e não sossegaremos até que a justiça seja feita

 Testemunhas do homicídio do delegado da Polícia Civil Oscar Cardoso, assassinado em março deste ano, começaram a ser ouvida nesta terça-feira (9), na audiência de instrução processual. Pelo menos 12 testemunhas, a maioria delas de acusação que foram arroladas pelo Ministério Público, devem ser ouvidas até o final desta fase. Entre elas estão quatro testemunhas consideradas sigilosas, que tiveram os seus depoimentos e qualquer dado que o identifiquem mantidos em segredo pela Justiça.

 

O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Anésio Pinheiro, que está conduzindo a audiência, disse que ainda não sabe informar quando vai encerrar essa fase do processo. Ao todo, deverão ser ouvidas aproximadamente 50 testemunhas, além dos quatro réus Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará”; Messias Maia Sodré; Diego Bruno de Souza Moldes; e Mário Jorge Nobre de Albuquerque, mais conhecido como “Mário Tabatinga”. O quinto acusado, o narcotraficante João Pinto Carioca, o “João Banco”, segue foragido.



O magistrado informou que nesta terça começaram ser ouvidas as 12 testemunhas de defesa que foram arroladas pelo Ministério Público Estadual, seguido das de defesa dos réus - cada um pode arrolar até cinco. O promotor de Justiça Ednaldo Medeiros disse que ainda não tinha certeza se todas as testemunhas do Ministério Púbico serão ouvidas. Entre elas está o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Seqüestros (DEHS) Paulo Martins, que foi quem presidiu o inquérito policial da morte do delegado.



Depois das testemunhas de defesa serão ouvidas as de acusação, seguido dos réus. Durante o primeiro dia, “Mário Tabatinga”, empresário do ramo de veículos que está preso na DEHS, foi levado ao fórum, mas logo em seguida voltou para a delegacia.

 

Crime

Segundo testemunhas, o delegado estava em uma esquina com o neto de um ano e seis meses quando um carro de modelo Grand Siena branco chegou ao local. Quatro homens armados abordaram Cardoso e a vítima pediu repetidamente para que a criança fosse poupada. Os homens teriam colocado o neto do delegado no chão, efetuando os disparos em seguida.

 

Oscar Cardoso foi preso em outubro do ano passado durante uma operação realizada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) para desarticular uma rede de policiais envolvidos em crimes no Estado. Segundo a perícia da Polícia Civil, as balas que mataram o delegado saíram de pistolas calibre PT 40, arma de uso restrito das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal.

 

Administração – Por um Sinpol Forte

Presidente – Moacir Maia de Freitas

Secretário Geral – Renato Bessa

Assessoria de Comunicação e Imprensa:

Almir Cardoso e Silvio Caldas

 

 

 

 

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