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Policiais Civis e Federais pressionam Ministro da Justiça por manutenção de direitos e dizem não a PEC da previdência

Policiais Civis e Federais pressionam Ministro da Justiça por manutenção de direitos e dizem não a PEC da previdência

  

Policiais Federais, Civis e Rodoviários e Agentes Penitenciários estão descontentes com o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, por causa da reforma da Previdência. Os grupos reclamam que Moraes não os recebia para ouvir suas reivindicações sobre as mudanças nas aposentadorias. Os profissionais alegam que a expectativa de vida de um policial não passa de 65 anos (entre os que estão na ativa e aposentados) e querem garantias de que terão o regime especial de aposentadoria mantido, um desejo de diversas categorias. Enfim o Ministro recebeu os dirigentes das classes de policiais e representantes do Congresso Nacional.

 

Alexandre de Moraes recebeu na tarde desta quarta-feira (14) dirigentes das polícias civis de 25 Estados, o Diretor da Polícia Federal, Leandro Daiello: a Diretora da Polícia Rodoviária Federal, Maria Alice Nascimento Souza, o Presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, o Presidente do SINPOL-AM, Moacir Maia, o Presidente do SINDEPOL-AM, Rafael Costa e Silva e representantes nacionais de todas as categorias policiais, acompanhados por parlamentares. Houve a solicitação para que as carreiras policiais recebam o mesmo e igualitário tratamento na reforma previdenciária que foi dado às Forças Armadas, à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros.

 

O ministro defendeu a necessidade da reforma da Previdência e afirmou que "é óbvio que a reforma é imprescindível e que, nesse sentido, todos devem dar a sua quota de sacrifício, para recuperar a saúde financeira da Previdência e garantir os pagamentos futuros de aposentadorias e pensões". Porém, concordou que as mesmas exigências, dedicação, condições e riscos das Forças Armadas, Polícia Militar e bombeiros militares estão presentes nas demais carreiras policiais, que merecem, em virtude também do risco natural, o mesmo tratamento.

 

O Presidente do SINPOL-AM, Moacir Maia fez alguma considerações sobre o polemico tema. “Será preciso muita atenção às propostas que serão apresentadas e encaminhadas para votação na PEC da reforma previdenciária e, a partir dela, criar uma força tarefa com um discurso unificado e de demanda não muito ampla, para que o que for nocivo aos Policiais Civis do Brasil, possa ser enfrentado com qualidade e posições robustas, baseadas principalmente com estudos científicos e argumentos técnicos que possam resguardar a atual condição de aposentadoria especial.” Salientou Maia.

 

A diretoria do SINPOL-AM está atenta e acompanhando as noticias sobre este tenebroso assunto e a qualquer momento poderá lançar convocação a toda a categoria policial civil do Amazonas e conclamar aos demais sindicatos, federações, associações e a COBRAPOL para uma paralisação de advertência contra essas ameaças que o Governo Federal lança sobre nós, desprezando nossa condição especial e tentando enterrar todos na vala comum de seu discurso liberal.

 

 

 

Administração: Unidos para Avançar

Presidente: Moacir Maia

Assessor de Comunicação: Jornalista Silvio Rodrigues. MTE-AM - 416

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