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Presos com R$ 1 milhão em cocaína são soltos após pagarem fiança de R$ 7 mil em Manaus

Presos com R$ 1 milhão em cocaína são soltos após pagarem fiança de R$ 7 mil em Manaus

 Três integrantes de uma quadrilha de traficantes de drogas presos pela Polícia Federal no dia 27 de dezembro com um carregamento de 110 quilos de cocaína, avaliado em mais de R$ 1 milhão, foram colocados em liberdade uma semana após a prisão, após pagarem fiança de R$ 7 mil, que equivale a pouco mais de um quilo da droga apreendida.

 

Liliane Barros da Costa, Silvio Andrade da Costa e Rogério Pereira Bezerra ganharam liberdade por meio de alvará de soltura expedido pelo juiz plantonista Luis Carlos Valois Coelho. O magistrado justificou a sua decisão, que teve parecer contrário do Ministério Público Estadual (MPE), alegando que os suspeitos são réus primários e têm endereço no distrito da culpa (Manaus) e concedeu a liberdade provisória depois de ter arbitrado fiança no valor de R $ 7mil.

 

De acordo com informações da polícia, o bando trabalha para o traficante e homicida Gerson Carnaúba, que está em liberdade depois de ter fugido do regime fechado do Complexo Penitenciário Anisio Jobim (Compaj) no km 8 da BR-174, com sete integrantes da quadrilha.

 

Apontado pela polícia como um dos líderes da facção criminosa Família do Norte (FDN), Carnaúba cumpre pena de mais de 100 anos de prisão por ter comandado a maior chacina do sistema penitenciário do Amazonas, que resultou na morte de 11 presos e de um agente penitenciário, em 2002.

 

Segundo a polícia, ele é um dos criminosos mais perigosos do Estado e tem uma ficha que inclui, além de homicídios, sequestros, ameaça e roubo a banco. Ele estava preso em Manaus desde janeiro de 2014, quando foi transferido do presídio Federal de Mato Grosso do Sul para o Compaj.

 

O trio foi preso em flagrante com a droga dentro de um carro, em um posto de combustível na Bola do Produtor, no Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus. De acordo com o titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) Caio Avanço, a droga está avaliada em aproximadamente R$ 1 milhão.

 

 

Fonte: Acritica

 

 

Administração Unidos para Avançar

Presidente Moacir Maia

Assessoria de Comunicação e Imprensa

Almir Cardoso e Silvio Caldas

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