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SSP não usará carros obtidos por precipitação diz Fontes

SSP não usará carros obtidos por precipitação diz Fontes

 Oitenta picapes adesivadas com a marca do Programa Ronda no Bairro estão estacionadas, há mais de duas semanas, no pátio do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), na Avenida André Araújo, Aleixo, zona centro-sul de Manaus. O secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, disse que os carros não pertencem à Secretaria e que não há contrato firmado com a empresa dona dos veículos para inclusão no programa. 

 

Fontes afirmou que houve precipitação da empresa que negociava com a secretaria um contrato emergencial. “Aquelas viaturas ali, na verdade, foram uma precipitação da empresa que se adiantou (na entrega), só que o contrato emergencial não foi aprovado pela Comissão Geral de Licitação (CGL) e não há mais necessidade deste contrato, porque já vão chegar novas viaturas apropriadas”, disse Fontes. 

 

Conforme Fontes, provavelmente o ‘acordo’ foi feito pelo coordenador do Ronda no Bairro, coronel Raimundo Roosevelt da Conceição de Almeida Neves. O coronel negou o envolvimento no negócio. 

 

Todos os carros estão caracterizados para o uso de diferentes Companhias Interativas Comunitárias (Cicom), mas não possuem compartimento adequado para transportar presos, conforme o DIÁRIO constatou. Outros veículos possuem identificação da área de supervisão do Ronda no Bairro.  

 

Documentos aos quais o DIÁRIO teve acesso indicam que os carros pertencem à Kaele Ltda. (KL- Rent a Car), na Avenida Tarumã, zona centro-sul de Manaus. Por telefone, um homem que se identificou como ‘Neilo’ afirmou desconhecer a origem dos carros. 

 

Conforme consta do cadastro do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), um dos veículos que está no pátio do Ciops, de placa PHA-6261, pertence à Kaele Ltda. Este e os demais automóveis são modelo S-10, cabine dupla, tipo caminhonete, nas cores preta e prata, com fabricação 2014 e modelo 2015. 

 

Para o comandante da Polícia Militar (PM), coronel Gilberto Golveia, a PM não pode utilizar essas viaturas porque não está clara a origem delas. “Se foram contratadas, foram a partir de um acordo ‘boca a boca’ e, por isso, não podemos usá-las”, comentou.

 

Fonte: D24am

 

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