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Suspeita de jogar bebê no Rio Negro é presa com drogas em Manacapuru

Suspeita de jogar bebê no Rio Negro é presa com drogas em Manacapuru

 Suspeita de ter arremessado o próprio filho de um barco no rio Negro, em 14 de agosto do ano passado, Cleudes Maria Batista de Moraes foi presa na última sexta-feira (6), no município de Manacapuru (AM) com um grupo de pessoas, incluindo uma menor, consumindo drogas. Foram presos Cleudes Maria Batista de Moraes, 22, Leandro Pontes de Oliveira, 27, Washington Furtuoso Ramos, 25 e Leivan Ribeiro Rosas, 25, Leivan Ribeiro Rosas, 25 e uma menor

 

De acordo com informações da Polícia Militar, uma guarnição estava em patrulhamento pela Rua Caapiranga, bairro União quando avistaram um menor no portão de uma residência comprando algo a princípio não identificado. Ao ser abordado, foi encontrado com o menor uma trouxinha de substância entorpecente, supostamente maconha. Indagado, ele afirmou que havia comprado de um homem identificado como Washington Furtuoso Ramos, 25.

 

A PM então fez o cerco na residência do acusado, adentrou no local e encontrou Washington e Leivan Ribeiro Rosas, 25. Quando avistaram os policiais, os dois tentaram fugir do local, sem êxito. Ao realizarem averiguação no interior da residência, constataram a presença de mais três pessoas: Leandro Pontes de Oliveira, 27, uma menor de 16 anos e Cleudes Maria.

 

Na residência, foram encontradas (três) porções grandes de uma substância entorpecente, 5 celulares, 2 relógios, 1 cordão, 1 Motocicleta Honda cor roxa placa OAF 0399, 1 carteira porta cédulas, a quantia de R$102,00 (cento e dois reais). Os suspeitos foram apresentados na Delegacia Interativa de Manacapuru.

 

O caso

 

Em 14 de agosto de 2015, o bebê Pablo Pietro, de quatro meses, foi arremessado de um barco no Rio Negro, perto do porto do São Raimundo, Zona Oeste de Manaus.

 

Os principais suspeitos eram os pais, o canoeiro Josias de Oliveira Alves e Cleudes Maria Batista de Moraes. O pai teria discutido com Cleudes e jogou a criança. Já a mãe afirmou que foi enforcada, mas fugiu nadando.

 

Preso desde setembro de 2015, Josias foi liberado pela juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Mirza Telma de Oliveira. A juíza argumentou o excesso de prazo, alegando que a liberdade do acusado não oferecia nenhum risco a sociedade. No mês passado, a juíza havia afirmado que o caso ainda poderia ter uma reviravolta e surpreender muita gente.

 

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